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  • A Importância da DRE Simples

    Por Rafael A. Mello A DRE simplificada é uma Demonstração de Resultado do Exercício relativa a um certo período, um relatório contábil que de forma simplificada mostra ao elaborador se a empresa teve lucro, prejuízo ou break even . A DRE pode ser feita bimestralmente ou trimestralmente, mas é recomendado que seja feita mensalmente como uma forma de manutenção da saúde contábil da empresa, especialmente microempresas e pequenas que necessitam e querem ter um controle maior sobre suas operações. O Desempenho da empresa é medido das seguintes maneiras: o que ela vendeu (receita), o que gastou para executar sua atividade (custo) e o resultado (lucro ou prejuízo). Como fazer uma DRE simples? Primeiro, anote a receita total do período e, em seguida, os custos variáveis, ou seja, o que foi gasto diretamente na produção e/ou venda, e subtraia-os. O resultado é o lucro bruto, o que se tem depois de deduzir os custos variáveis. Em seguida, liste os custos fixos (aluguel, contas de luz e água, marketing, comissões, entre outros) e subtraia novamente. Se positivo, o resultado representa o lucro líquido e, se negativo, o prejuízo registrado pelo empresa. Com isso, o empreendedor tem o controle se que pode reinvestir na empresa ou usufruir do dinheiro. Exemplo de uma DRE simples: Receita mensal: R$ 10.000 Custos variáveis (-): R$3.000 Lucro Bruto: R$7.000 Custos Fixos (-): R$2.500 Lucro Líquido: R$4.500 Para ter o controle sobre seu negócio, é fundamental entender se ele está indo bem ou mal, observar quais são os principais custos e despesas, cumprir as exigências tributárias e, se necessário, tomar decisões importantes estratégicas sobre o futuro da empresa, tais como um possível novo investimento ou expansão e o planejamento do negócio. A DRE simples é uma ferramenta poderosa e acessível para qualquer tipo de empresa, especialmente para pequenos negócios. Ao controlar as receitas, custos e lucros de forma clara, o empresário tem mais segurança para planejar, investir e crescer com responsabilidade. Ela pode ser feita em uma planilha simples de excel ou com a ajuda de um contador. O importante é que seja usada com regularidade para acompanhar a evolução do negócio.

  • Marketing e Impacto Social: A Jornada Voluntária de Camila Ortega - Podcast Empreendendo na Periferia #12

    Neste episódio, conhecemos a trajetória de Camila Ortega , professora da Faculdade Belas Artes que se tornou uma das voluntárias mais engajadas da Aventura de Construir . Desde 2023, ela conecta o universo acadêmico ao empreendedorismo periférico por meio de aulas, consultorias de marketing, bancas avaliadoras e parcerias com seus alunos. Camila acredita que compartilhar conhecimento é um ato de transformação e mostra, com sua história, como o voluntariado pode construir pontes capazes de mudar realidades . Acesse pelo link O Podcast Empreendendo na Periferia  é um espaço onde histórias reais e dicas práticas se encontram para fortalecer o empreendedorismo que nasce das periferias do Brasil. É uma produção da Aventura de Construir, a AdC, ONG que atua no apoio ao crescimento pessoal e à transformação socioeconômica  desse público, os microempreendedores das periferias , promovendo sua formação e fortalecimento. A cada episódio, traremos convidados especiais que compartilham suas experiências, desafios e sucessos no mundo do empreendedorismo . São verdadeiros protagonistas de suas vidas, seus negócios e suas comunidades. Não perca nenhum episódio!  Nos siga nas plataformas de áudio e nas redes sociais. Apresentação  de Ana Luiza Mahlmeister Produção  de Leonardo Alqualo, Pedro Menezes e Nathalia Vezenhassi Edição  de Vinicius Dutra

  • 9 Princípios da Cultura Organizacional no Terceiro Setor: o que sustenta uma organização que transforma?

    Por Nathalia Vezenhassi Resultados consistentes, inovação com propósito e impacto real são metas legítimas de qualquer organização social. Mas, antes de tudo isso, há um fator silencioso e decisivo que garante que esses objetivos sejam alcançados e sustentados ao longo do tempo: a cultura organizacional. Ela está presente nas relações cotidianas, nas decisões estratégicas e no modo como cada pessoa se conecta com a missão da organização. É a força invisível que orienta o fazer coletivo. Durante a reunião de avaliação e planejamento do segundo semestre de 2025, a equipe da Aventura de Construir participou de uma dinâmica que provocou uma reflexão profunda: o que é essencial para que a Aventura de Construir como organização do terceiro setor funcione de forma eficiente, ética, alinhada ao seu propósito e que seja interiorizado como patrimônio institucional? A partir desse exercício de escuta e troca, foram identificados pilares que formam a base da cultura organizacional da AdC. Todos eles têm um fundamento comum: responsabilidade. A responsabilidade de cada um com o todo, com a causa e com as pessoas envolvidas. Confira abaixo os 9 princípios fundamentais para a cultura organizacional no terceiro setor: Visão estratégica e sistêmica : compreender como cada ação impacta o conjunto é uma habilidade indispensável em ambientes complexos. Ter uma visão estratégica e sistêmica significa antecipar necessidades, identificar oportunidades e manter o foco em objetivos de longo prazo, sem perder de vista as demandas operacionais do dia a dia. Esse olhar integral conecta o planejamento à prática e o ideal ao possível. Olhar humano para a realidade:  a escuta sensível é uma ferramenta de gestão. Ter um olhar humano para a realidade é reconhecer os contextos de vida das pessoas com quem se trabalha, ouvir de forma produtiva e ter consciência do limite próprio dos outros. É esse cuidado que sustenta a confiança e dá legitimidade ao método adotado pela AdC. Presença, profundidade e criatividade: estar presente, de fato, é mais do que marcar presença física. É envolver-se com profundidade nas discussões, valorizar ideias no momento certo e permitir que a criatividade floresça mesmo em meio a rotinas exigentes. É prestar atenção ao timing  das ideias. Entusiasmo e comprometimento caminham juntos quando há espaço para inovação com sentido. Firmeza e transparência:  agir com transparência implica comunicar com clareza, mas também manter coerência entre discurso e prática. Para isso, é preciso firmeza na tomada de decisões, na gestão de conflitos e na condução de processos. Ser transparente não é abrir tudo, mas saber o que, como e porque comunicar. Cuidado com a história e com as pessoas:  a cultura organizacional é viva e se alimenta da história que a precede. Lembrar de onde se veio, reconhecer quem construiu esse caminho e acompanhar com atenção os processos humanos são formas de manter a identidade da organização viva. O cuidado com as pessoas não é acessório, é central para que a cultura se mantenha coesa. Foco nos resultados e atenção aos prazos: resultados importam. No terceiro setor, eles precisam ser acompanhados de rigor metodológico e compromisso com a entrega. Cumprir prazos e metas não é burocracia: é respeito a quem acredita e investe na causa. Gestão de crises e resiliência:  dificuldades fazem parte do percurso. O que diferencia uma organização sólida é a capacidade de responder a essas crises com inteligência e persistência. Enfrentar os desafios com responsabilidade e senso de pertencimento é o que mantém a missão ativa mesmo em tempos adversos. Ousadia com propósito:  ousar é sair do comum, propor o que ainda não foi pensado e ter coragem de assumir riscos. É necessário ter coragem para abrir portas, articular parcerias e defender ideias que podem parecer ousadas demais à primeira vista. Mas ousadia não é agir sem direção, é ter clareza de propósito para saber quando insistir, quando provocar mudanças e quando desafiar o que já está estabelecido. É essa atitude que move organizações para além do óbvio. Adaptabilidade e espírito de construção:  organizações que resistem ao tempo são aquelas que se adaptam. Estimular a equipe a ver a mudança como oportunidade, encorajar novas propostas e permitir que as pessoas construam algo maior do que si mesmas é o que leva um projeto a transbordar. Com uma cultura organizacional viva, construída coletivamente, alinhada ao propósito, que valoriza o senso de responsabilidade e liderança, a Aventura de Construir segue fazendo exatamente o que seu nome propõe: construindo. E mais do que isso: transformando protagonistas!

  • Novos Caminhos para Crescer: Oportunidades com o Projeto Empreendendo na Leste

    Por Livia Magraner No coração da Zona Leste de São Paulo, pulsa uma energia empreendedora feminina que resiste, se reinventa e cresce mesmo diante dos desafios. É essa potência das mulheres que o projeto Empreendendo na Leste quer fortalecer. A proposta vai além da capacitação: abrindo portas para conexões reais, desenvolvimento sustentável e novos mercados para quem está empreendendo nas bordas da cidade, especialmente mulheres que fazem a diferença em seus territórios. Mas como transformar um projeto social em oportunidade concreta de atrair mais clientes e gerar crescimento? É isso o que vamos discutir hoje. A base de qualquer negócio de sucesso é a confiança. Ela começa com escuta, proximidade e impacto positivo. Participar deste projeto é mostrar ao cliente que, por trás do produto ou serviço, existe uma mulher que acredita em seu potencial, movimenta a comunidade e empreende com propósito. Cada vez mais, consumidores valorizam quem tem compromisso com o local onde atua, e isso se traduz em diferencial competitivo. O projeto oferece formações, mentorias e ações de comunicação pensadas para impulsionar empreendedoras que já estão na luta do dia a dia. Com isso, elas ganham visibilidade dentro e fora da comunidade. As redes sociais, parcerias com coletivos e iniciativas locais ajudam a criar uma vitrine colaborativa, onde os negócios feitos por mulheres da Zona Leste (principalmente na região dos bairros Jardim Lapena, Vila Jacuí e arredores) podem ser vistos e valorizados. Um dos focos do projeto é desenvolver a criatividade e a capacidade de adaptação. Isso inclui: Repensar formatos de venda; Criar produtos personalizados; Explorar canais digitais; Entender melhor o comportamento do consumidor. Tudo isso contribui para que essas empreendedoras se tornem mais atrativas, relevantes e competitivas no mercado. Se você é mulher e empreende na Zona Leste ou conhece alguma que está nessa caminhada, o Empreendendo na Leste é uma chance real de crescer com apoio, estratégia e rede. Não é só sobre aprender a vender mais, sim sobre se fortalecer como mulher, como negócio e como território. Este é o momento de transformar talento em impacto e oportunidade em crescimento.

  • Um novo olhar para o ESG nas empresas: entrevista com Gabriel Cardoso, gerente executivo do Instituto Sabin

    ESG - O caminho da transformação, uma série da Aventura de Construir Por Ana Luiza Mahlmeister A adoção do conceito ESG na gestão dos negócios não é óbvia. A integração das questões ambientais, sociais e de governança prevê a políticas que visam a sustentabilidade e a responsabilidade corporativa em suas operações e decisões. Na área social, supõe a aderência a direitos trabalhistas, promoção da diversidade e inclusão, apoio a causas e atuação com a comunidade. Essas práticas – em especial na rubrica social – fazem parte do dia a dia do Instituto Sabin , Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), responsável pela gestão do investimento social privado do Grupo Sabin , empresa de promoção à saúde, com sede no Distrito Federal e presente em mais de 15 Estados. A missão do instituto, nas palavras do gerente executivo, Gabriel Cardoso , é a melhoria da qualidade de vida, do bem-estar e da prosperidade nas comunidades onde atua, incentivando a inovação social. Para Gabriel, a agenda ESG é uma lente sobre como as empresas conduzem seus negócios. Em sua visão, o ESG, por si só, não é suficiente: é necessário complementar essa abordagem com uma reflexão mais profunda sobre o impacto gerado pelas empresas. “Não basta operar de forma responsável; é fundamental considerar também os efeitos concretos que os produtos, serviços e operações provocam na sociedade e no planeta”, analisa Cardoso. Com governança independente, o Instituto Sabin direciona os recursos doados anualmente pelo grupo para a realização de projetos com finalidade social. “Essa separação garante que, embora exista uma conexão estratégica entre as duas instituições, as decisões e a condução das ações sociais sigam princípios de transparência e autonomia”, explica. As políticas ESG do grupo são inspiradas pela atuação do Instituto Sabin — e não o contrário. As diretrizes da empresa são coordenadas por uma das diretorias do grupo e envolvem diferentes áreas internas, cada uma contribuindo com sua perspectiva. A dimensão social do Instituto Sabin é voltada para o impacto na comunidade da porta para fora. A escolha dos projetos apoiados pelo instituto é ancorada na missão institucional, revisada a cada três anos.  Atualmente, esse portfólio conta com cerca de 70 iniciativas em andamento. “A entrada de novos projetos não é uma prática recorrente pois priorizamos a consistência e o alinhamento com nossa visão de futuro e os resultados de impacto que buscamos gerar”, afirma Cardoso. O Instituto Sabin , fundado há 20 anos, promove campanhas de arrecadação, doação de recursos e bens, e o voluntariado corporativo. Na promoção da saúde e do bem-estar, desenvolvem projetos assistenciais e preventivos como o Cuidando da Comunidade : doação de exames para pessoas em extrema vulnerabilidade social; Ludotecas : espaços lúdicos e terapêuticos para acolhimento de crianças vítimas de violência; Embaixadores da Saúde : formação de lideranças sociais para atuarem como promotoras de saúde, e o Ciclo do Cuidado : abordagem integrada de atenção à saúde de beneficiários de organizações sociais parceiras. No eixo Organizações e Ecossistemas de Impacto oferece programas de incubação e aceleração de negócios; desenvolvimento institucional de Organizações Sociais da Sociedade Civil (OSCs); formação de novos empreendedores sociais, e disseminação de conhecimento relevante para o campo. Cardoso destaca ainda o desenvolvimento da Plataforma Inova Social, referência em conteúdo sobre inovação social; e o apoio à Stanford Social Innovation Review Brasil, publicação reconhecida internacionalmente pela reflexão crítica sobre impacto e transformação social.  “Contamos com uma ampla rede de parceiros com quem mantemos relações duradouras e de confiança construídas ao longo de 20 anos de atuação por meio de vivência em eventos e interações no campo”, afirma Cardoso. Ele explica que o Instituto Sabin não trabalha com chamadas públicas formais para atração de parceiros, mas com uma rede de organizações que impulsionam o impacto social em seus territórios.  Esses parceiros são escolhidos pelo alinhamento de valores e o histórico da organização, sua reputação e consistência ao longo do tempo e sede nos territórios onde o instituto está presente, buscando representatividade de todas as regiões do Brasil.

  • Da Ideia à Loja: Mulheres que Transformam a Periferia - Podcast Empreendendo na Periferia #11

    Neste episódio, conhecemos a história de Simone , empreendedora da Zona Leste de São Paulo que, junto com outras quatro mulheres da região, criou uma loja colaborativa de utensílios domésticos: A Espaço Tupperware . A iniciativa nasceu da união e da vontade de transformar a própria realidade por meio do trabalho coletivo. Participando do projeto Empreendendo na Leste , Simone vem aprendendo a lidar com os desafios da gestão e fortalecendo o sonho de crescer junto com quem caminha ao seu lado. Acesse pelo link O Podcast Empreendendo na Periferia  é um espaço onde histórias reais e dicas práticas se encontram para fortalecer o empreendedorismo que nasce das periferias do Brasil. É uma produção da Aventura de Construir, a AdC, ONG que atua no apoio ao crescimento pessoal e à transformação socioeconômica  desse público, os microempreendedores das periferias , promovendo sua formação e fortalecimento. A cada episódio, traremos convidados especiais que compartilham suas experiências, desafios e sucessos no mundo do empreendedorismo . São verdadeiros protagonistas de suas vidas, seus negócios e suas comunidades. Não perca nenhum episódio!  Nos siga nas plataformas de áudio e nas redes sociais. Apresentação  de Ana Luiza Mahlmeister Produção  de Verônica Silva e Cláudia Alcântara Edição  de Vinicius Dutra

  • Fluxo de Caixa: O Pulso Financeiro de uma Empresa

    Por Pedro Trench Controlar o dinheiro que entra e sai é uma das tarefas mais essenciais para qualquer negócio, seja ele pequeno, médio ou grande. O fluxo de caixa vai além de um simples relatório: ele é o verdadeiro retrato da saúde financeira de uma empresa, mostrando em tempo real sua capacidade de pagamento, investimento e sobrevivência. Neste artigo, vamos entender o conceito, sua importância estratégica e o passo a passo para elaborar um fluxo de caixa eficiente. O que é Fluxo de Caixa? O fluxo de caixa é o acompanhamento detalhado de todas as entradas ( receitas ) e saídas ( despesas ) de dinheiro em um determinado período. Ele demonstra a movimentação financeira de uma empresa, permitindo saber, com exatidão, quanto dinheiro a empresa tem disponível em caixa. Diferente do lucro contábil, o fluxo de caixa revela a realidade líquida: o que de fato entrou e saiu do caixa. Além disso, o fluxo de caixa pode ser: Passado: o que já aconteceu. Presente: a situação atual do caixa. Futuro: projeções e cenários de recebimentos e pagamentos. Por que ter um fluxo de caixa? Previsibilidade: Antecipar possíveis faltas de caixa e evitar crises financeiras. Tomada de decisão: Apoiar investimentos, corte de gastos e negociações com fornecedores. Planejamento estratégico: Basear decisões de expansão ou retração das atividades. Relacionamento com credores: Empresas com fluxo bem gerido conseguem melhores condições de crédito. Prevenção de surpresas financeiras: Evitar surpresas desagradáveis por falta de caixa para pagamentos importantes. As Três Categorias do Fluxo de Caixa Fluxo de caixa operacional É o coração do negócio. Inclui todas as entradas e saídas relacionadas às atividades principais da empresa, como recebimento de vendas, pagamentos a fornecedores, salários e impostos operacionais. Fluxo de caixa de investimento Reflete as movimentações relacionadas à aquisição ou venda de ativos fixos, por exemplo compra de máquinas, venda de equipamentos e investimentos em outras empresas. Fluxo de caixa de financiamento Abrange as operações de captação ou devolução de recursos junto a terceiros. Por exemplo, empréstimos, financiamentos, emissão ou recompra de ações e pagamento de dividendos. Como Elaborar um Fluxo de Caixa 1° Passo: Defina o período de controle O fluxo pode ser diário, semanal, quinzenal ou mensal dependendo da movimentação financeira da empresa; 2° Passo: Levante o saldo inicial, ou seja, quanto há em caixa, contas bancárias e aplicações resgatáveis; 3° Passo: Liste todas as entradas de caixa, como: vendas realizadas, recebimentos de clientes e rendimentos financeiros; 4° Passo: Liste todas as saídas de caixa, incluindo todas as obrigações financeiras. Por exemplo, aluguel, folha de pagamento, fornecedores, impostos e outras despesas operacionais; 5° Passo: Calcule o saldo final, a fórmula básica é simples: Saldo Final = Saldo Inicial + Entradas – Saídas 6° Passo: Analise e Projete. Identifique tendências, riscos e oportunidades de melhoria. Caso preveja déficits futuros, antecipe soluções. Dicas de Ouro para um Fluxo de Caixa Eficiente Atualize regularmente: O fluxo de caixa deve refletir a situação real, sempre. Inclua todas as movimentações: Não deixe nada de fora, nem as pequenas despesas. Use ferramentas digitais: Excel, Google Sheets ou softwares como ContaAzul, Omie e QuickBooks facilitam muito o controle. Atenção a despesas sazonais: Planeje-se para épocas de maior ou menor fluxo de caixa. Para refletir Ter um bom controle do fluxo de caixa é como manter o coração financeiro da empresa batendo forte e saudável. Ele não é apenas uma ferramenta de gestão, mas uma proteção contra imprevistos e uma alavanca para o crescimento. No final, empresas que monitoram seu fluxo de caixa com atenção têm maiores chances de crescer, inovar e resistir a tempos difíceis.

  • Empreender não é sorte: é planejamento, é território, é resistência

    Por Livia Magraner O ser humano é um ser social. Essa é uma das ideias defendidas pelo filósofo Aristóteles ao observar que a nossa espécie só sobrevive se em conjunto. Não somente a vida e a sobrevida dependem desta inter-relação, como o mundo dos negócios. De que seria um supermercado, por exemplo, sem os fornecedores, colaboradores e, principalmente, clientes? É sobre estas relações de comunidade e interações que falaremos aqui hoje. Todos os tipos de negócio precisam de estratégias e planejamento para darem certo, mas não é o suficiente. Todo negócio precisa de suprimentos, clientes e, principalmente, rede de apoio. Quantas vezes você já não comprou algo porque alguém lhe disse que era bom, confiável ou de excelente qualidade? O boca a boca segue sendo uma das melhores fontes de conseguir clientes. No entanto, fidelizá-los é a chave. Quando se trata de um comércio local, uma peça muito importante no planejamento de seus negócios é sobre como incluir e promover benefícios para a vizinhança, de forma a conquistá-la e fazê-la promover sua marca de maneira orgânica - isto é, indicam sem ganhar nada em troca, fazem porque gostam, sem ser forçado. Construir relações verdadeiras fortifica os valores defendidos pela empresa, contribui com a recompra e possibilita que novas ideias sejam criadas sobre a percepção dos clientes acerca de seu produto/serviço. Mesmo depois de consolidar-se no mercado, é importante relembrar suas raízes e promover auxílio local. O pertencimento é uma sensação intrínseca e tem grande participação no processo de tomada de decisão. É muito mais fácil conquistar pessoas que tenham mais familiaridade com os valores defendidos pela marca do que conquistar novos clientes. Faça com que o seu negócio seja tão memorável que seja como um hábito consumir dele. É importante lembrar que, para ser apoiado, é preciso apoiar. Sem investir no comércio de outros empreendedores locais, torna-se mais difícil que outras pessoas comprem a sua ideia. Alimentando outros tipos de comércio, abre-se uma margem para que uma parceria seja feita e conquiste mais e mais clientes. Conte conosco nessa Aventura de Construir!

  • Muito Além do Relatório: O ESG Integrado ao Dia a Dia

    ESG - O caminho da transformação, uma série da Aventura de Construir Ana Luiza Mahlmeister Ela gostava de química e muito cedo se interessou pelas ciências ambientais, “curso que se conecta a todos os campos de conhecimento”. Assim começou a trajetória de Petrina Teixeira Santos, responsável por uma área criada especialmente para as políticas ambientais, sustentáveis e de governança (ESG) na Volkswagen (VW) Financial Services. Já são 20 anos de experiência profissional, e nos últimos três na VW Financial Services, braço financeiro do grupo VW. Nessa posição, Petrina tem como missão a articulação institucional de respostas corporativas às boas práticas de ESG. A companhia faz financiamentos e locação de veículos para frotas, com R$ 60 bilhões de ativos no Brasil. As metas ESG da VW Financial Services são ambiciosas, com foco em resultados concretos. Em 2022 a matriz, na Alemanha, anunciou o projeto Mobility 2030 para 42 mercados e traça estratégias para os próximos cinco anos. “Sustentabilidade está entre os cinco pilares, sendo um dos três pilares ignitores junto com performance e Tecnologia & Dados, que dão suporte aos pilares principais: Veículo e Lealdade do cliente”, diz Petrina. O Mobility 2030 é fruto de um estudo que definiu indicadores e objetivos que dão coesão às políticas ESG e conta com representantes de todas as áreas de negócio da VW Financial Services. A Volkswagen Financial Services Brasil, que já registrou uma redução de 50% nas emissões de escopo 1 e 2, tem como meta o carbono neutro, em suas operações internas, até 2030. Uma das exigências é que toda energia consumida venha de fontes renováveis, com a migração para o mercado livre na compra direta de recursos de usinas eólicas, solares e hidroelétricas, que aconteceu em agosto de 2024. “As políticas ESG têm que ser genuínas e conectadas a benefícios para os colaboradores”, ressalta Petrina. No pilar social, ou o S da ESG, a companhia apoia políticas de equidade de oportunidades para mulheres e minorias, e tem um plano de desenvolvimento de carreira para pessoas com deficiência, pretas e pardas. Hoje 50% da força de trabalho é composta por mulheres, mais de 40% estão em posição de liderança, e mais de 30% em posições executivas. A empresa equalizou o bônus para homens e mulheres, uma vez que estas últimas tinham descontos devido à licença maternidade; e equiparou a licença parental, oferecendo auxílio creche também para os pais. Na área de governança, a partir da atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora), reforçou a atenção à saúde mental e riscos psicossociais no ambiente de trabalho como parte do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A VW Financial Services segue a regulação e as normas de governança do mercado financeiro e tem o selo de participante do pacto global da Organização das Nações Unidas (ONU) que exige 100% de transparência na governança. “Um dos critérios determinantes para a liberação de crédito é o risco socioambiental e climático para pessoa jurídica que avalia a capacidade da empresa de responder a esse cenário, antecipando crises que impactam a produtividade”, diz Petrina. Faz parte do seu dia a dia mostrar o retorno do investimento em ESG. A conta fecha? “É uma nova forma de enxergar a destinação do dinheiro com retornos indiretos a partir de boas práticas e isso não pode representar mais custos para o cliente”, reforça. A migração para o consumo de energia renovável – participando do mercado livre, por exemplo, -- abate parte do desembolso. A frota com etanol é mais custosa do que o uso da gasolina, mas é compensada com o desconto na conta de energia. “O mais importante é a visão holística que dá conta do impacto positivo e compensações em diversas frentes”, afirma. No escopo social, a VW apoia o desenvolvimento territorial inclusivo e microempreendedorismo com diagnósticos sobre a comunidade do entorno, além de priorizar a contratação de mulheres e minorias, incluindo os prestadores de serviço e fornecedores. Além de ações de voluntariado que reúne mais de 100 profissionais em várias edições, a companhia é parceira de Organizações Não Governamentais (ONG) como a Gerando Falcões no apoio a um projeto de inclusão produtiva por meio da cessão de veículos aos empreendimentos. Profissionais voluntários da VW Financial Services apoiam também a ONG Aldeia do Futuro, com mentorias de carreira para jovens aprendizes que visitam as várias unidades da VWFS, e beneficiou mais de 60 estudantes da comunidade de Americanópolis, no último ano. Petrina destaca a importância de ouvir as pessoas e incentivar a integração entre as áreas, que vai dos funcionários de funções patrimoniais ao CEO, para que tudo não fique apenas na teoria ou em relatórios vazios. “O indicador de sucesso é ver as pessoas se tornando protagonistas, que reconhecem a importância da sustentabilidade no seu dia a dia”. O próximo passo é o desenvolvimento de parcerias para acelerar práticas ESG no escopo 3. “ESG é trabalho duro, não pode só ficar no discurso, é preciso mergulhar nas exigências com uma visão estratégica que resulta na adoção efetiva”, resume Petrina.

  • Relatório de Atividades e Impacto 2024 - Aventura de Construir

    Está no ar o Relatório de Atividades e Impacto 2024 da Aventura de Construir! Em um ano marcado pela construção conjunta, a AdC seguiu firme no propósito de transformar vidas em profundidade . Com coragem, consistência e escuta ativa, demos novos passos rumo à nossa missão, apoiando o crescimento pessoal e a transformação socioeconômica de microempreendedores das periferias , promovendo sua formação e fortalecimento, com o objetivo de fomentar a geração de renda e o desenvolvimento territorial local inclusivo. Em 2024, mantivemos o foco em nosso trabalho, em busca de resultados duradouros, que gerem mudanças reais e estruturais na vida das pessoas que acompanhamos. Diretamente, acompanhamos 401 pessoas  em seus projetos e empreendimentos, proporcionando suporte personalizado e focado em suas necessidades específicas. Além disso, de forma indireta, alcançamos 2.005 indivíduos , oferecendo capacitação, assessoria e apoio que geraram um impacto tangível em suas comunidades e negócios locais. Mais do que números, esses resultados traduzem relações de confiança, autonomia fortalecida e sonhos sendo construídos todos os dias , tijolo por tijolo. Quer entender como tudo isso aconteceu? Confira agora o Relatório de Atividades e Impacto 2024  e inspire-se com as histórias, os aprendizados e os caminhos percorridos!

  • Fabiana e a OBÁ Moda Afro: Afroempreendedorismo, Estilo e Consciência - Podcast Empreendendo na Periferia #10

    Neste episódio, conhecemos a história potente de Fabiana Costa , fundadora da OBA Moda Afro, marca que cria roupas e acessórios com estampas afrocentradas, inspiradas na história, na ancestralidade e na força do feminino. A OBA nasceu em Sorocaba (SP), da ausência de representatividade na moda local. E a missão de Fabiana é clara: democratizar a moda afro e fortalecer o orgulho da identidade negra através do vestir. Acesse pelo link O Podcast Empreendendo na Periferia  é um espaço onde histórias reais e dicas práticas se encontram para fortalecer o empreendedorismo que nasce das periferias do Brasil. É uma produção da Aventura de Construir, a AdC, ONG que atua no apoio ao crescimento pessoal e à transformação socioeconômica  desse público, os microempreendedores das periferias , promovendo sua formação e fortalecimento. A cada episódio, traremos convidados especiais que compartilham suas experiências, desafios e sucessos no mundo do empreendedorismo . São verdadeiros protagonistas de suas vidas, seus negócios e suas comunidades. Não perca nenhum episódio!  Nos siga nas plataformas de áudio e nas redes sociais. Apresentação  de Ana Luiza Mahlmeister Produção  de Pedro Menezes e   Vinicius Dutra Edição  de Vinicius Dutra

  • Como fazer um plano de negócio

    Por Thiago Loucatelli Carramenha e Giovanna Ometto Elaborar um business plan (plano de negócios) é o primeiro passo para transformar uma ideia em um empreendimento sólido e bem estruturado. Esse documento funciona como um roteiro estratégico que reúne todas as informações essenciais sobre a empresa: desde sua missão, visão e valores, até o público-alvo, análise de mercado, plano financeiro e operacional. Mais do que um simples plano, ele é uma ferramenta de gestão que orienta decisões, minimiza riscos e aumenta as chances de sucesso no mercado. Neste guia, você aprenderá como construir um business plan passo a passo, com base em práticas consolidadas e exemplos reais, garantindo uma base sólida para a criação ou reestruturação do seu negócio. Um plano de negócios bem estruturado conta com oito partes essenciais: sumário executivo, descrição da empresa, análise de mercado, plano de marketing e vendas, estrutura organizacional, plano operacional, análise financeira e plano de crescimento. Juntas, essas etapas ajudam a orientar decisões, reduzir riscos e garantir o sucesso do empreendimento. Sumário Executivo   O sumário executivo  é um resumo geral do plano de negócios. Mesmo sendo a primeira parte do documento, ele deve ser feito por último , pois reúne as informações mais importantes: o que a empresa faz, quais produtos ou serviços oferece, quem é o público-alvo, quem são os sócios, qual é a missão, visão e os valores da empresa, além dos dados básicos como CNPJ, setor de atuação e forma jurídica. Ele serve para que qualquer pessoa, ao ler essa parte, entenda rapidamente  do que se trata o negócio e qual é sua proposta.   Descrição da empresa   A descrição da empresa  apresenta informações básicas e essenciais sobre o negócio. Nessa parte, você explica como surgiu a ideia da empresa , seu propósito, objetivos e finalidade (onde se quer chegar). Também se deve informar a estrutura jurídica (MEI, LTDA, etc.), o ramo de atuação, o nome fantasia e a razão social. Essa seção ajuda o leitor a entender a identidade da empresa , seus fundamentos e o que a motiva a existir. Análise de mercado   A análise de mercado  é a parte do plano de negócios que estuda o ambiente onde a empresa vai atuar. Aqui, você analisa seus clientes (idade, renda, hábitos de consumo), concorrentes (o que fazem bem e onde falham) e fornecedores (buscando sempre qualidade, preço justo e prazos confiáveis). Essa análise ajuda a entender as oportunidades e ameaças do mercado e a definir o diferencial competitivo da empresa — ou seja, o que vai fazer o cliente escolher você e não os outros.   Marketing e Vendas   O plano de marketing e vendas define como a empresa vai atrair, conquistar e manter clientes. Baseia-se nos 4 P’s do marketing: Produto (O que será vendido e seus diferenciais), Preço  (quanto será cobrado e qual a estratégia de precificação), Praça (onde o produto será vendido – loja física, online, etc.) e Promoção  (como será feita a divulgação – redes sociais, anúncios, promoções e etc.). Essa parte também descreve como será o processo de vendas, os canais utilizados e as metas comerciais. Tudo isso ajuda a posicionar bem a marca no mercado e gerar resultados.    Estrutura organizacional e gerencial   A estrutura organizacional e gerencial  mostra como a empresa será organizada internamente e quem são as pessoas responsáveis por cada área. Aqui, você apresenta os sócios, gestores e colaboradores, definindo suas funções  e responsabilidades . Também é importante mostrar como será feita a gestão do negócio — quais métodos , ferramentas  e processos  serão usados para tomar decisões, controlar resultados e liderar equipes. Essa parte garante que cada pessoa saiba seu papel e que a empresa funcione de forma eficiente e bem coordenada. Plano operacional O plano operacional  descreve como a empresa vai funcionar no dia à dia. Ele detalhe a estrutura física (ou digital), os equipamentos necessários, o processo de produção ou atendimento, os horários de funcionamento e o número de funcionários envolvidos . Também inclui o passo a passo das atividades principais  e quem será responsável por cada tarefa. O objetivo é mostrar que a empresa está preparada para operar com organização , eficiência  e qualidade , desde a entrada do pedido até a entrega ao cliente.    Análise financeira   A análise financeira  mostra quanto dinheiro será necessário para abrir e manter a empresa funcionando. Nessa parte, você apresenta os investimentos iniciais (como compra de equipamentos, reformas e capital de giro), os custos fixos e variáveis (salários, aluguel, contas, matéria-prima), o faturamento esperado e o tempo previsto para a empresa começar a dar lucro. Também é importante incluir indicadores como o ponto de equilíbrio  (quando as receitas cobrem os custos) e o retorno sobre o investimento (ROI) . Essa análise ajuda a avaliar se o negócio é viável financeiramente e se vale a pena investir.    Plano crescimento   A análise financeira  mostra quanto dinheiro será necessário para abrir e manter a empresa funcionando. Nessa parte, você apresenta os investimentos iniciais (como compra de equipamentos, reformas e capital de giro), os custos fixos e variáveis (salários, aluguel, contas, matéria-prima), o faturamento esperado e o tempo previsto para a empresa começar a dar lucro. Também é importante incluir indicadores como o ponto de equilíbrio  (quando as receitas cobrem os custos) e o retorno sobre o investimento (ROI) . Essa análise ajuda a avaliar se o negócio é viável financeiramente e se vale a pena investir.   Dicas   Comece pela estrutura, deixando  o sumário executivo por último . Ele deve resumir tudo com clareza; Use linguagem direta e evite termos complicados — o plano deve ser facilmente compreendido por sócios, investidores e futuros parceiros; Sempre que possível, quantifique  informações. Por exemplo, dizer “espera-se atingir R$ 100 mil de faturamento em 12 meses” tem muito mais impacto do que “espera-se um bom faturamento”; Foque em três pilares: cliente ideal , concorrentes  e fornecedores; Use ferramentas como a Matriz SWOT (FOFA)  para visualizar oportunidades e ameaças; Defina com clareza as responsabilidades de cada pessoa  envolvida no negócio; Tenha processos operacionais bem descritos , mesmo que a equipe seja pequena. Isso evita retrabalho; Um plano de negócio não é um documento fixo . Ele deve evoluir com a empresa; Revise o plano periodicamente conforme o mercado, o desempenho e as metas forem mudando; Defina missão, visão e valores que realmente conectem com o propósito do negócio; Coloque objetivos e metas com o método SMART : específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo. Construir um plano de negócio é mais do que uma exigência técnica para iniciar um negócio — é um exercício profundo de autoconhecimento empresarial. É nesse processo que o empreendedor sai do campo da ideia e entra no terreno da realidade, confrontando sonhos com números, mercado, concorrência e viabilidade. Muitos acreditam que empreender é apenas ter coragem, mas coragem sem direção é risco desnecessário. O plano de negócios transforma essa coragem em estratégia, permitindo que decisões sejam tomadas com embasamento, não apenas com intuição. Ele funciona como um mapa: não evita tempestades, mas ajuda a atravessá-las com menos danos e mais sabedoria. Nesse processo, utilizar ferramentas estratégicas como a Análise SWOT (ou FOFA)  — que identifica forças, fraquezas, oportunidades e ameaças — é essencial para entender o cenário interno e externo do negócio. Assim como os 4 Ps do Marketing  (Produto, Preço, Praça e Promoção), que estruturam a forma como a empresa se posiciona no mercado, e os 7W (What, Why, Where, When, Who, Whom, How) , que ajudam a organizar ações e decisões com base em perguntas fundamentais. Essas ferramentas não apenas facilitam a organização do plano, mas também tornam a gestão mais objetiva e estratégica. Elas ajudam o empreendedor a enxergar com clareza onde está, para onde vai e como pretende chegar lá, com base em dados, planejamento e lógica empresarial. Além disso, escrever um plano é um ato de compromisso com a própria visão de futuro. É enxergar além do agora, entender onde se quer chegar e, principalmente, como. Cada item planejado — da análise de mercado ao plano financeiro — representa uma escolha consciente de quem entende que empreender é construir com responsabilidade. Portanto, mais do que um documento, o plano de negócio é a manifestação escrita de um propósito. E, quando esse propósito está claro, estruturado com boas ferramentas e bem planejado, as chances de sucesso se tornam não apenas maiores, mas mais sustentáveis.

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