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  • CONHECER O FUTURO E VIVÊ-LO COMO PROTAGONISTA

    CONHECER O FUTURO E VIVÊ-LO COMO PROTAGONISTA O mundo passou por muitas mudanças, e não é necessário buscar muito longe para percebermos. Isto demonstra a importância da atualização até mesmo no nosso cotidiano. Diariamente empresas do mundo inteiro investem pesado em inovação com o objetivo de criar respostas para as necessidades presentes no mercado. As novas tecnologias fazem parte desse processo, mas é importante ressaltar que, mais do que abrir diferentes oportunidades de negócios, elas proporcionam uma verdadeira revolução na sociedade, possibilitando ações antes inimagináveis e melhorando a qualidade de vida das pessoas. Entende-se, então, que as transformações sociais estão diretamente ligadas às transformações tecnológicas da qual a sociedade se apropria para se desenvolver e se manter. Os benefícios que as novas tecnologias geram são inúmeros e se estendem a cada um dos setores sociais, desde a área empresarial até a da saúde. Pensando nesse contexto, nesse mês de outubro a Aventura de Construir irá proporcionar para os empreendedores e público em geral, uma palestra sob o título “ Conhecer o Futuro e Viver como Protagonistas” uma formação sobre Inteligência Artificial e suas aplicações com o empresário Vaney Fornazieri, Diretor Administrativo da Seepix Digital. Vaney traz consigo uma importante bagagem de conhecimento através de suas experiências no Vale do Silício, região da Califórnia nos Estados Unidos conhecida por ser o principal centro de inovação e tecnologia no mundo, onde estão localizadas empresas como Apple, Google, Microsoft, Facebook, etc. O conhecimento por si só sobre as novidades tecnológicas no mundo pode soar distante e é justamente neste ponto que nossa palestra pretende tratar, em entender quais mudanças práticas essas transformações trazem ao nosso cotidiano, seja em âmbito pessoal ou profissional. Precisamos conhecer o novo e nos preparar para se reinventar diante a novos desafios. Este encontro é uma oportunidade única para nossos empreendedores poderem trocar experiência com um profissional renomado e terem a possibilidade expandirem suas perspectivas. Este encontro acontecerá no dia 17/10 com início pontualmente às 19h até 21h no Salão da Associação dos Trabalhadores Sem Terra, na rua Felix Guilhem, 227 – Lapa de Baixo. #Palestra #Tecnologia

  • CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

    Código de Defesa do Consumidor Desde quando foram criadas as leis, existem leis para proteger o consumidor. O código de Hamurabi, primeira legislação escrita da história, já dizia o que fazer com o pedreiro que construía mal os muros e as casas. A Constituição Brasileira de 1988 abrange os direitos dos consumidores em um de seus primeiros artigos, mas somente dois anos mais tarde, em 1990, foi promulgado o Código de Defesa do Consumidor. Mas quais são as razões de tanto cuidado? Apesar de o comércio ser uma das atividades mais frequentes e importantes do contrato civil, existe uma assimetria entre as duas partes participantes desse contrato, o qual configura uma compra e pode ser implícito ou explicito. O vendedor tem competências específicas, como conhecimento do mercado, e, sobretudo, conhecimento do produto e de como ele foi feito, que o comprador do produto, por sua vez, não tem. Normalmente é uma empresa, com recursos e forças que falta ao simples consumidor. A lei, então, vem corrigir esse desequilíbrio para manter a confiança, base da economia.  O Código de Defesa do Consumidor brasileiro explicita essa razão, deixando claro que em uma disputa entre comprador e vendedor, o Código será mais favorável ao consumidor, que é sempre considerado o mais frágil. A lei estabelece princípios gerais, mas chega também a detalhar situações bem práticas: proíbe a venda casada, especifica que cada cobrança indevida seja ressarcida em dobro, garante a possibilidade de se arrepender de compras pela internet e telefone em 7 dias, dá o direito ao consumidor de manter a quantia mínima para sobrevivência em caso de renegociação da dívida, etc. Outro aspecto significativo da lei brasileira é a criação do Sistema Nacional para defender os direitos definidos. Assim nasceram PROCON, Inmetro, Defensorias Públicas, Promotorias de Justiça, Delegacias de Polícia Especializada e associações de consumidores. Uma prova de que a lei introduziu uma mudança efetiva foi a resistência encontrada à sua atuação. Várias entidades tentaram escapar de sua área de atuação. Qual foi o exemplo mais claro dessa situação? Os bancos, que através de recursos, mantiveram-se por um bom tempo sem subordinar-se a CDC. Essa resistência acabou somente no ano de 2006 com uma decisão do Supremo Tribunal Federal. O Código de Defesa do Consumidor tornou-se, então, uma lei “forte”. Portanto, em busca de escapar das consequências impostas por não atendê-lo, é fundamental cuidar bem do cliente, para, desse modo, manter a sustentabilidade do empreendimento. É muito mais fácil vender para quem já é cliente, e o boca-a-boca continua a forma mais eficaz (e barata) de divulgação. Enganar o cliente, fazer publicidade mentirosa e esconder-se atrás de cláusulas abusivas, por sua vez, aparentam ser ganhos, a princípio. Entretanto, essas ações colocam em risco a empresa. Ir contra as leis de proteção do consumidor, além de ser ilegal, é um mau negócio. Cada vez mais a tecnologia dá poder ao consumidor. Comentários negativos em excesso te deixam fora dos resultados de busca do Google, o equivalente moderno da pena capital. O mau humor dos clientes não se perde, fica gravado no Reclame Aqui por décadas. E uma das primeiras informações que o Facebook traz do seu negocio é o quão rápido você responde as perguntas que recebe. O mecanismo tecnológico está ganhando forças de tal forma que cada vez menos se percebe a exigência de leis explicitas. Um exemplo claro dessa situação é: para que um taxista “tradicional” exerça sua profissão é necessário um certificado que ateste que ele é apto para dirigir, já no caso de um motorista de Uber, basta ver o seu rating. Ao mesmo tempo, os avanços tecnológicos permitem que cada empresa tenha ferramentas para gerenciar o relacionamento com os clientes. Até poucos anos atrás só as grandes empresas podiam utilizar-se de SAP ou PeopleSoft para manter a história dos contatos com cada cliente e fazer com que cada interação fosse correta, adequada e convencedora. Atualmente, há centenas de serviços de CRM online e o problema, para uma pequena empresa, se tornou, paradoxalmente, escolher entre eles. Permanece como princípio básico: a empresa existe para os seus clientes e quanto mais claro isso for para todos os que nela trabalham, melhor será o seu desempenho e maior sua arrecadação de lucro. A execução, por outro lado, mudou: ignore o mundo digital e prepare-se para surpresas ruins. Adriano Gaved #CRM #CódigodoConsumidor #Consumidor #mídiasociais #Empreendedor #cliente #Negócio #negóciosustentável #AtendimentoaoCliente #Leidedefesadoconsumidor

  • PLANEJAR PARA VENCER

    Planejar para vencer Nas terças-feiras de setembro, das 19h às 21h, a Aventura de Construir vai promover as capacitações sob o título “Planejar para Vencer” e, assim, dar continuidade ao debate sobre Planejamento iniciado em agosto com a metodologia WORLD CAFÉ: O planejamento como ferramenta do negócio, que teve como objetivo conhecer as experiências dos nossos empreendedores na hora de planejar e, principalmente, entender quais as principais dificuldades e desafios que são enfrentados na realidade de cada um. Nesta fase do debate, vamos estimular a interação entre os empreendedores na busca pelo entendimento do conceito e os riscos ao não elaborar um planejamento, tanto para planos pessoais como para o negócio, usando como pautas as experiências expostas em agosto no WORLD CAFÉ.  Após esse exercício, os empreendedores irão colocar em prática o passo a passo de um bom planejamento, começando pela definição do objetivo geral, sendo a motivação principal deste plano. Seguido de fatores que farão com que tudo isso se torne realidade, atividades e responsabilidade das decisões a serem tomadas para o encaminhamento deste projeto. Outros fatores, igualmente importantes, são: prazo, custos e previsão de retorno financeiro. Ao final, os próprios empreendedores irão mensurar o potencial do seu planejamento, mediante ao exposto e conversado em cada encontro. As capacitações “Planejar para Vencer”, irão trazer aos empreendedores uma reflexão através da prática sobre planejar de acordo com sua realidade e estimular ações de crescimento de maneira consciente e, principalmente, com maiores chances de sucesso. Além de proporcionar uma visão mais técnica aprimorando a capacidade organizacional de cada empreendedor e auxiliar no crescimento do seu negócio, esses encontros irão mostrar aos empreendedores que todos podem ser capazes de superar a insegurança e o medo na hora de elaborar um bom planejamento. Os encontros das capacitações “Planejar para Vencer” são gratuitas e acontecerão das 19h às 21h nas seguintes datas e locais: 05/09 – Centro Comunitário do Jardim Canaã – Rua Ilha do Francês, 55 12/09 – Centro Comunitário do Sol Nascente na 11º área – Rua São Francisco, 11 19/09 – Centro Comunitário da Turística na 14ª área Rua Renato Consorte, 36 26/09 – Salão da Associação dos Trabalhadores Sem Terra na Lapa de Baixo – Rua Félix Guilhem, 227 #Educação #Empreendedorismo #Microempreendedores #Planejamento

  • Planejamento para Microempreendedores na Baixa Renda

    Planejamento para Microempreendedores na Baixa Renda Ao se pensar em iniciar um empreendimento, vontade expressa por muitas pessoas, se pensa: Será que daria certo?!, Será que terei condições de investir o necessário?!, Qual seria a melhor maneira de agir?! Quais os riscos que deverei enfrentar?! Perguntas como estas e muitas outras são comuns. Através deste artigo fundamentado na troca de ideias e experiências junto a microempreendedores atendidos pela Associação Aventura de Construir, buscamos trazer elementos que poderão ser úteis na organização dos horizontes ao se traçar um novo negócio, ou para desenvolver ações de melhorias em negócios já existentes. A chave de organização que trazemos é o PLANEJAMENTO, isso mesmo! Como realizar um bom planejamento de ações, favorecendo uma análise consistente que permitirá maior assertividade na tomada das decisões que guiarão os caminhos a serem percorridos. Planejamento como o próprio nome indica é realizar um “plano” a fim de colocar em prática uma ideia e se alcançar um, ou vários objetivos. O Planejamento oferece a oportunidade de se realizar um momento de reflexão, de pesquisa e de troca de ideias, possibilitando maior entendimento sobre quais as motivações e os valores a serem praticados. É muito importante saber qual o seu ponto de partida e ter claro o objetivo a ser alcançado.  A seguir são sugeridos alguns itens a serem considerados na hora de se fazer um bom planejamento: Ter consciência de suas forças e fraquezas. Análise de oportunidades e ameaças. (conhecer o mercado de atuação, o perfil do público alvo, quais os custos, quais os riscos e possíveis ações mitigadoras, etc…) Estabelecer a visão de longo prazo – aonde se pretende chegar/ qual o sonho a ser alcançado Metas – 1 ano/ 5 anos/ 10 anos Realizar planejamentos anuais (com revisões trimestrais ou semestrais) – traçando aprimoramento de rota. Exemplo: a dinâmica do cenário econômico e a necessidade de melhorias constantes. Para ilustrar esses conteúdos, é possível lembrar de casos recentes de empreendedores que acertaram e falharam no seu planejamento. Um deles, a fim de viabilizar a produção de uma nova linha de produtos, firmou parcerias com diversos compradores para que eles investissem na sua plantação e contornou um sério problema de caixa que tinha na época. No outro caso, o empreendedor foi obrigado a fechar uma segunda loja porque não havia respaldo jurídico no contrato de locação que possuía naquele imóvel – assim ele perdeu seu investimento inicial. São duas situações que nos mostram a importância de lidar com todos os possíveis riscos do seu planejamento e como podemos sempre tirar um aprendizado das experiências E se vier a pergunta: Ok, mas tenho “medo”, “e se der errado”?  Considerando recentes contatos com microempreendedores e conversas sobre este tema, verificamos que estas perguntas também são muito comuns, e como incentivadores da realização de bons planejamentos que somos, podemos responder a estas perguntas, somando o encorajamento necessário através da união de forças! Buscar conhecimento, aprender com os mais experientes, ver iniciativas semelhantes, trocar experiências e se capacitar são dicas que reduzirão riscos de fracasso e auxiliarão que boas iniciativas aconteçam! A Associação Aventura de Construir trabalha constantemente atendendo de forma gratuita microempreendedores e pessoas que pretendem abrir novos negócios, através de capacitações, assessorias e facilitação ao acesso ao microcrédito produtivo. Faça um contato conosco! Se ainda não conhece nossos serviços, entre em contato conosco. Adriane Andrade #AnáliseSwot #Planejamento #Empreendedorismo #Empreendedor #Microempreendedores

  • Word Café: O Planejamento como ferramenta para o crescimento do negócio

    Word Café: O Planejamento como ferramenta para o crescimento do negócio Neste mês de Agosto a Aventura de Construir irá promover as capacitações, seguindo a metodologia do Word Café, sobre “O Planejamento como Ferramenta para o Crescimento do Negócio”. Essa metodologia traz consigo a valorização do aprendizado através da interação e compartilhamento de experiências e opiniões entre indivíduos que trabalham e realizam uma troca em grupo. O processo apresenta uma alta capacidade de trabalhar com a diversidade e complexidade nesses grupos, fazendo emergir a inteligência coletiva. Aplicando este conceito à nossa realidade, podemos usá-lo como ferramenta de conhecimento e aprimoramento sobre o planejamento de um empreendimento e de avaliação de amplos e diferentes fatores na hora de pensar em investir e/ou ampliar um negócio. Provocar questionamentos sobre suas práticas e interagir com outras realidades que buscam as mesmas respostas pode ser o início do entendimento de como fazer um planejamento estruturado. Nestas capacitações vamos, juntos, entender as diferentes percepções do que ser um planejamento, se sua aplicação foi a mais adequada e, principalmente, saber como refletir e reagir aos resultados, seja eles negativos ou positivos. Os encontros acontecerão das 19h às 21 nas seguintes datas e locais: 01/08/17 no Centro Comunitário do Jardim Canãa – Rua Ilha do Francês, 55 08/08/17 no Centro Comunitário do Sol Nascente na 11º área – Rua São Francisco, 11 15/08/17 no Centro Comunitário da Turística na 14º área – Rua Renato Consorte, 36 22/08/17 no Salão da Associação dos Trabalhadores Sem Terra – Rua Félix Guilhem, 227 (Lapa de Baixo)

  • Desafios da educação em época de mudança

    Desafios da educação em época de mudança Para um jovem de 21 anos é difícil desenvolver um ideia sobre a complexidade da educação no Brasil. Porém, o exercício de imersão em diferentes realidades sociais pode gerar concepções para uma sociedade igualitária e contribuir com o debate. Atualmente, a rotina de conviver durante o dia com microempreendedores de baixa renda, aos quais nunca lhes foi oferecido (a maioria deles) um acesso à educação formal ou bem estar social, e de noite, estudar em uma das faculdades mais elitizadas do país, a consequência é uma revolução profunda na consciência. Em 2015, realizei um estágio em uma empresa de tecnologia, próxima a Faria Lima, um dos principais centros econômicos da América Latina. Este período foi importante para entender o funcionamento da economia e o modelo organizacional das empresas. Era um choque ver como a maioria das pessoas, em certa escala, entraram em um processo de padronização da vida, as roupas, os assuntos e os bens de consumo. É necessário a criação de um mundo paralelo para manter a estrutura de economia e do trabalho. É nítida a diferença entre os cargos, daqueles que tiveram acesso a uma educação superior de renome, e dos que não tiveram oportunidades. Neste período cheguei a conclusão de que grande parte da população nunca teve contato com o desenvolvimento intelectual ou criativo. O contraditório é que as pessoas que tiveram acesso a educação estão distantes de suas raízes, e isso gera a aceitação do individualismo. E ao mesmo tempo, as pessoas que exercem os empregos de baixa valorização, são aqueles que possuem o espírito colaborativo para a sobrevivência. É preciso entender que as principais inovações sociais do mundo, aquelas que guiam as sociedades, surgiram da liberdade de pensamento, ou do contato com a consciência. No Brasil, a contradição social é forte. O fato de existir apenas um território e a construção de diferentes realidades no mesmo espaço, o resultado é a expressão dos principais preconceitos presentes no dia-a-dia. Esta dinâmica acaba distanciando as pessoas do bem comum. É necessário entender que a humanidade é uma só, e o bem estar social deve ser universal. O complexo desta história é ver como os espaços que deveriam ser dedicados para o desenvolvimento intelectual e criativo, por exemplo, as universidades, não atendem a esse objetivo. Além de poucos jovens terem acesso a estes meios, a maioria que possui, não desenvolve o desejo de ter contato com uma outra realidade. Com isso, podemos chegar a duas conclusões: Vivemos o colapso do sistema educacional e a educação mais valiosa surge da verdadeira interação humana. Precisamos romper com os muros e valorizar as pessoas. Não subestimá-las. A educação, atualmente, é utilizada para interesses individuais e não coletivos. O debate central é se devemos pensar em um projeto onde todos os jovens, com diferentes realidades, tenham o espaço para exercer a criatividade e interagir, ou se continuamos em um mundo de espetáculos e imagens que só reproduz o que é imposto. Os pensamentos só serão libertos através da verdadeira interação humana. Rafael Fonseca

  • Ciclo de Oficinas sobre Finanças e Poupança para Jovens

    Nesta quinta-feira, 13 de julho, a Aventura de Construir dará início a um ciclo de oficinas sobre finanças e poupanças voltado para jovens. Serão 4 encontros (dias 13, 20, 25 e 27/07) a fim de fazer inserção, de forma prática, na gestão da economia e empreendimento familiar, através de informações e ferramentas que possibilitam fazer melhores escolhas e definir objetivos que colaboram para a melhoria do bem-estar econômico, afetivo, social e profissional. O foco é a elaboração de um planejamento orçamentário pessoal que auxilie na criação de uma poupança a longo prazo e gerando uma conscientização sobre educação financeira que servirá para vários aspectos ao longo da vida. Ensinar aos nossos jovens como gerir o seu dinheiro consiste na transmissão do conhecimento, habilidades e atitudes necessárias para a adoção de boas práticas na administração financeira, auxiliando na construção de adultos mais organizados e preparados, a Aventura de Construir além de acreditar que investir na capacitação dos jovens sobre assuntos triviais seja uma porta para solucionar problemas futuros, enxergamos que o crescimento de uma perspectiva sobre possibilidades esteja na troca de conhecimento e experiência. Horário: Das 10h às 12h. Onde: Salão Associação dos Trabalhadores Sem Terra de São Paulo, na Rua Félix Guilhem, 227 – Lapa de Baixo.

  • Horizonte e coragem. Palestra sobre os desafios da educação com Marco Montrasi

    Na terça-feira, dia 4 de julho às 19h, realizaremos uma capacitação gratuita com o título “Horizonte e Coragem. Por que educar hoje”, com Marco Montrasi, economista e gerente de clientes da Telespazio. O tema do debate será a educação hoje nesta época de mudança, a sua importância, seus desafios e dificuldades. Cada ação do ser humano tem um aspecto ligado à educação, for com clientes, filhos, funcionários. Então, o que significa educar neste contexto? Por que ainda é tão importante investir na educação? Como ajudar os sujeitos educativos a encarar estes desafios? Como educar um povo se torna essencial para construir uma sociedade melhor? Como a educação pode ajudar a nos abrir à realidade? Tentaremos dar respostas a estes e outros questionamentos, abrindo-nos às provocações para que todos possamos assumir um real comprometimento com a educação. Professores, educadores, pedagogos, funcionários e gestores do setor da educação privada e pública são, principalmente, bem vindos … mas não só!!! Porque todos nos temos esta responsabilidade em nosso trabalho, em nossa casa, nas nossas amizades.

  • Bate papo com profissionais de destaque

    Roda de conversa organizada pela Associação Aventura de Construir proporciona troca de experiência entre micro empreendedores na baixa renda e empresários de setores diversos e de alto padrão No próximo dia 13 de junho, terça-feira, promoveremos o “Especialista Responde – coloque as suas experiências e perguntas a profissionais de destaque”, evento mensal da ADC voltado para a capacitação dos microempreendedores atendidos e que proporciona um encontro com profissionais dos ramos da moda, alimentício, construção civil e automotivo para trocar ideias e experiências em formato de roda de conversa. O evento contará com as presenças de Nayara Pinho, empresária da área de moda, Filippo Cavalieri, do setor alimentício, Ricardo Gouveia, do mercado automotivo e Leonardo Gonçalves, da construção civil. É uma oportunidade para que esses microempreendedores possam conhecer mais sobre o funcionamento, mercado e perspectivas profissionais de algumas áreas chaves e uma chance de expandir a visão empreendedora dos membros da comunidade e, para além, tirar dúvidas sobre o processo de desenvolvimento, consolidação e gestão do negócio. Neste momento de crise, ter a possibilidade de compartilhar experiências e dúvidas é de fundamental importância para avançar no negócio, mantendo ao mesmo tempo a sustentabilidade financeira. A capacitação é gratuita para os associados colaboradores da Aventura de Construir e acontece no salão da Associação dos Trabalhadores Sem Terra, na Rua Félix Guilhem, 227 – Lapa de Baixo, às 19h.

  • 10 anos atrás o iPhone mudou o mundo

    10 anos atrás o iPhone mudou o mundo “De vez em quando chega um produto revolucionário que muda tudo”. Steve Jobs tinha razão. Assim apresentava o iPhone: “Um iPod. Um telefone. E um comunicador internet.”, juntando três conceitos com uma das regras básicas da criatividade. Em junho de dez anos atrás o iPhone começou a ser vendido: mudou a telefonia, e a inteira economia mudou. Sem iPhone não teríamos Waze; sem Waze não existiria Uber. Uma onda de inovação nos levou onde não poderíamos imaginar. A inovação é um jogo difícil, e precisa de condições para se desenvolver: educação, disponibilidade de capitais, mercados abertos e competitivos, redes de competências… O Estado tem uma responsabilidade grande em criar essas premissas e, o Brasil, como muitos outros países, deixa a desejar nisso. Um exemplo só: os impostos de importação sobre os produtos eletrônicos. Um iPhone 7 custa nos EUA 2.100 R$, aqui 3.500. Esse maior custo significa difusão menor, criação de massa crítica mais lenta, oportunidade de mercado que se desenvolvem mais devagar. E a distancia com os lideres cresce. Para os micro-empreendedores se acrescentam outras barreiras: muitas vezes não tem as competências não só para atuar na nova realidade, mas até para enxergar o que vai chegar daqui a pouco. Mas não dependemos completamente das circumstâncias. Enquanto destrói, a inovação cria novas oportunidades, e o mesmo Steve Jobs nós mostrou como desfrutá-la. Ele, Drucker (o pai da ciência da gestão de empresas) e Hewlett e Packard – com os “dez mandamentos da garagem” – sempre insistiram em dois fatores: foco no cliente, com criatividade. Se você quer sucesso, não pense no sucesso mas pense em como ser útil Foco no cliente: desde a redefinição quase total do iPhone poucos meses antes do lançamento, ao cuidado maníaco das caixas dos produtos, até a comunicação. O iPod não era “um leitor de MP3 com 5 GB de memória”, era “mil canções no seu bolso”. E criatividade. O “campo de distorção da realidade” que Jobs criava virou mito. Convencia os seus engenheiros que era possível o que eles – os maiores especialistas do setor – achavam impossível. E assim conseguiam. Não era manipulação, era a consciência do poder criativo que todos nós temos, e um desafio para as mentes que se fechavam antes de explorar todas as possibilidades. Foco no cliente e criatividade: nessa encruzilhada há inovação, para empresas de qualquer tamanho. O jogo ainda não acabou Dez anos atrás não imaginaríamos o tamanho da mudança que aquele pequeno objeto trouxe nas nossas vidas. Agora parece impossível viver sem ele. Mas a inovação não tem fim. Já se enxergam sinais da próxima era: ao invés de termos mil apps baixadas no telefone, iremos nos comunicar com os vários serviços só nos bate-papo, como já fazem os chineses em WeChat. Ou iremos deixar o telefone de lado e interagiremos com o mundo digital falando com assistentes invisíveis – embora presentes – como o “Amazon Echo”. Novos cenários, novas mudanças, novas oportunidades… No final, Steve Jobs não era muito diferente dos micro-empreendedores das nossas periferias: dois jovens sem muito dinheiro, em uma garagem. Estava no Vale do Silício e não em Pirituba, e isso faz diferença, mas não tanta da impedir a aventura de criar algo novo e melhor cada dia. Silvia Caironi

  • Encontro de Realidades

    Microempreendedores da zona oeste e megaempresário do setor de luxo discutem desenvolvimento econômico e social No próximo dia 07/06, promoveremos um Encontro de Realidades juntando dois extremos: microempreendedores que estão em fase embrionária e com pouca verba e o megaempresário do setor de luxo Carlos Ferreirinha para trocar ideias sobre desenvolvimento e sustentabilidade social e econômica. Álvaro Soares tem uma loja de materiais de construção na região da Voith, na Zona Oeste de São Paulo. Há dois anos decidiu que o seu empreendimento, que começou bem pequenino, deveria se tornar um “negócio” e nos procurou para transformar isso em realidade. Trabalhou bastante o assunto das contas junto com a esposa para ter um controle mais firme, gerenciou prazos de pagamento de mercadoria com clientes para evitar problemas de fluxo de caixa, desenvolveu parcerias com os concorrentes para conseguir estoque maior, juntou uma poupança para abrir uma segunda loja que já está em andamento. E é para continuar a girar essa engrenagem tão importante, mas com tão pouca visibilidade, proporcionando mudanças significativas não apenas na vida do microempreendedor, mas também impactando positivamente na economia dessas comunidades, que o Encontro de Realidades se funda: um momento em que microempresários que são nossos sócios colaboradores, como Álvaro, terão a chance de conhecer de perto o mercado de luxo e também debater sobre estratégias e meios de atuação mercadológicas. Carlos Ferreirinha abrirá as portas da MCF Consultoria, nos Jardins, para proporcionar o momento aos microempresários. Ele é hoje um dos principais nomes quando se fala em Inteligência da Gestão do Luxo e Premium na América Latina e já atuou como Executivo Sênior da EDS e Louis Vuitton – Grupo LVMH – onde foi CEO do Brasil e Diretor Sênior da América Latina. Para ele, será um momento interessante para que os empresários possam trocar experiências valiosas. “Apesar da relevância e visibilidade do meu trabalho na MCF Consultoria, eu não deixo de ser um pequeno empresário. Todos os dias tenho pequenos, médios, grandes e gigantes obstáculos a serem ultrapassados”. E completa, “será uma oportunidade de compartilhar com todos a minha experiência e a metodologia MCF para traduzir os atributos de diferenciação de marcas de Luxo e Premium, como fonte de inspiração e aprendizado”. Segundo o empresário, alguns dos atributos do mercado de luxo que podem ser agregados ao empreendedorismo são, “excelência, qualidade, obsessão por detalhes, elevar a marca para patamares de desejo, olhar no longo prazo”, destaca. Ferreirinha adianta que a programação será voltada para desenvolver habilidades nos microempreendedores. “O trabalho contará ainda com um exercício prático de vivência em operações de varejo e serviços na região do Jardins”. Lembra do Álvaro Soares, de quem falamos lá em cima? Pois é, ele também estará presentes nesse encontro e está cheio de expectativas. “Para mim é uma ótima oportunidade, é importante conhecer novas pessoas que já venceram na vida pela experiência que podem passar”, adianta.

  • A história de sucesso de Simone e Milene

    A história de sucesso de Simone e Milene Duas empreendedoras e muita vontade de crescer. Hoje é dia de conhecer a história da Simone e da Milene, irmãs, donas de um salão de beleza em Perus, no extremo oeste de São Paulo, e também protagonistas do nosso vídeo institucional lançado no início desse mês. A história delas se cruzou com a nossa quando Milene participou de um curso de beleza na ATST (Associação dos Trabalhadores Sem Terra) e soube das capacitações para microempreendedores oferecidas pela Aventura de Construir. Elas começaram a frequentar as oficinas e logo solicitaram o serviço de assessoria individual, em busca de soluções personalizadas para seu negócio. Nesta época, a situação do empreendimento era muito diferente: ambas trabalhavam em um salão de beleza improvisado no apartamento da mãe, realizando esporadicamente atendimento a domicílio, Simone oferecendo serviços de cabelo, unhas e sobrancelhas, nos quais se especializou durante nove anos de trabalho no mercado da beleza, e Milene oferecendo serviço de depilação. O sonho de expandir o negócio já existia, mas havia muitos empecilhos, como a falta de dinheiro para alugar um espaço, os compromissos de gastos com o casamento da Simone que estava próximo e a insegurança em relação à aderência dos clientes ao novo local. Um mês e meio após a primeira assessoria, em setembro do ano passado, Simone e Milene encontraram um lugar para alugar, pegaram um empréstimo, fizeram uma pequena reforma, compraram móveis e abriram o novo salão. Espaçoso e agradável, fica bem localizado em um ponto com muito movimento. Então foi a hora de trabalhar para atrair clientes, antigos e novos. Fizemos outras sessões de assessoria sobre divulgação, sugerindo a panfletagem nos arredores, comunicação consistente com os contatos antigos pelo Whatsapp e Facebook, além de utilizar melhor as redes sociais do negócio, mostrando os resultados do trabalho, fazendo promoções e envolvendo mais as pessoas. Ao mesmo tempo, começamos a trabalhar com a sustentabilidade e organização financeira do empreendimento. Aconselhamos a adição de produtos variados para venda em parceria com outros empreendedores da região, aproveitando, assim, o grande espaço disponível e gerando um complemento de renda bastante significativo para elas. As duas passaram a acompanhar as receitas e despesas em planilhas de forma frequente e criaram um plano de trabalho mensal com as atividades do dia-a-dia, a fim de não se distraírem das responsabilidades administrativas. Hoje, o empreendimento está com um grande volume de atendimentos e de vendas de produtos, mais consolidado no novo local e fidelizando outros clientes. A vontade de crescer continua levando Simone e Milene a se aperfeiçoarem e a buscarem cada vez melhores soluções para seu negócio e seus clientes. Silvia Caironi Quer se inspirar ainda mais? Veja o que elas contam no vídeo completo:

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